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Operação de conteúdo

A rotina que sustenta a publicação: pilares, calendário, produção em lote, cadência, aprovação e o funil que organiza para quem cada peça é feita.

16 termos

Ilustração de pilares de conteúdo sustentando um perfil

Pilar de conteúdo

Pilares de conteúdo são os poucos assuntos recorrentes que uma conta cobre. Eles existem para resolver dois problemas ao mesmo tempo: a página em branco de quem não sabe o que publicar, e a dispersão de quem publica sobre tudo e não é reconhecido por nada. Três a cinco pilares é o intervalo que funciona, e o erro mais comum é confundir pilar com formato.

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Ilustração de linha editorial como um eixo atravessando peças

Linha editorial

Linha editorial é o ponto de vista que atravessa tudo que a conta publica: o que ela defende, o que ela combate e como ela fala. Enquanto os pilares definem sobre o que você publica, a linha editorial define de que lado você está dentro desses assuntos. É o que faz duas contas do mesmo nicho, cobrindo os mesmos temas, soarem completamente diferentes.

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Ilustração de um calendário editorial com peças agendadas

Calendário editorial

Calendário editorial é o documento que organiza o que será publicado, quando e em qual formato. Ele resolve o problema mais caro da produção de conteúdo, que é decidir o tema no dia da publicação, quando não há tempo nem para pensar nem para produzir direito. A maioria dos calendários é abandonada em três semanas, e o motivo quase sempre é o mesmo: ele foi montado como calendário, e não como fila de produção.

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Ilustração de um banco de conteúdo com peças em reserva

Banco de conteúdo

Banco de conteúdo é a reserva de peças prontas ou quase prontas, guardadas para publicar quando a produção falhar. Ele existe porque a produção sempre falha em algum momento: a semana vira, alguém adoece, o cliente atrasa. Sem reserva, a conta simplesmente para, e parar custa mais caro do que publicar algo mediano, porque o retorno depende de constância.

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Ilustração de produção em lote com várias peças numa sessão

Produção em lote

Produção em lote é criar várias peças de conteúdo numa mesma sessão, em vez de uma por dia. A economia não vem de trabalhar mais rápido, vem de eliminar o custo de preparação que se repete a cada peça: montar o cenário, ajustar luz, entrar no estado de gravação, abrir o editor. Feito uma vez para dez peças em vez de dez vezes, esse custo deixa de dominar a operação.

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Ilustração de frequência de publicação com peças distribuídas no tempo

Frequência de publicação

Frequência de publicação é quantas peças uma conta publica por período. Não existe número universal, e quem promete um está vendendo simplificação: o certo depende do formato, do nicho e, principalmente, do que você consegue sustentar. A constância pesa mais que o volume, porque uma conta que publica três vezes por semana durante um ano rende mais que uma que publica todo dia por um mês e some.

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Ilustração de horário de publicação com um relógio e uma curva de atividade

Melhor horário para postar

Melhor horário para postar é o momento em que a sua audiência específica está mais ativa, e ele não é o mesmo da tabela que circula na internet. O horário afeta a entrega inicial, que é o primeiro teste de qualquer publicação, mas não decide o desempenho final: conteúdo bom publicado num horário ruim ainda funciona, e conteúdo ruim publicado no horário perfeito continua ruim.

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Ilustração de um briefing com campos preenchidos

Briefing

Briefing é o documento que define o que precisa ser produzido, para quem e com qual objetivo, antes de a produção começar. Ele existe para evitar retrabalho, que é o custo mais caro e mais invisível de qualquer operação de conteúdo. Um briefing bom não descreve a peça, descreve o problema que a peça resolve, e inclui explicitamente o que está fora do escopo.

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Ilustração de um swipe file com referências arquivadas

Swipe file

Swipe file é o arquivo pessoal de referências que funcionaram: anúncios, ganchos, estruturas, capas e peças que chamaram sua atenção e valem estudo. O nome vem do jargão da publicidade e não significa copiar, significa ter à mão um repertório de soluções já testadas. O que separa um swipe file útil de uma pasta de prints é uma coisa só: a anotação do motivo.

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Ilustração de repurposing com uma peça virando várias

Repurposing

Repurposing, ou reaproveitamento de conteúdo, é transformar uma peça em várias, adaptando a mesma ideia para outros formatos, plataformas ou ângulos. Não é repostar a mesma peça em lugares diferentes: é reescrever a ideia na linguagem de cada formato. É a prática que mais multiplica produção sem multiplicar esforço, e a mais subutilizada por medo de repetição.

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Ilustração de auditoria de perfil com uma lupa sobre um perfil

Auditoria de perfil

Auditoria de perfil é a revisão estruturada de uma conta para achar onde ela está perdendo resultado. Ela existe porque o sintoma quase sempre engana: quem tem pouco resultado conclui que o problema é o conteúdo, quando na maioria dos casos o conteúdo funciona e o perfil não converte, ou o contrário. A auditoria separa essas camadas em vez de tratar tudo como um problema só.

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Ilustração de social listening com balões de conversa sendo captados

Social listening

Social listening é a prática de escutar o que as pessoas dizem sobre um assunto, um mercado ou uma marca nas redes sociais, incluindo o que é dito sem menção direta. A diferença para monitoramento é de escopo e de propósito: monitoramento acompanha o que citam você e serve para reagir; listening acompanha o tema inteiro e serve para decidir o que produzir e o que oferecer.

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Ilustração de funil de conteúdo com três etapas

Funil de conteúdo

Funil de conteúdo é a organização das peças conforme o estágio de decisão de quem consome: topo para quem ainda não conhece o problema, meio para quem já procura solução, fundo para quem está decidindo. Ele resolve o desequilíbrio mais comum das contas profissionais, que é produzir só um tipo, e por isso crescer sem vender ou vender sem crescer.

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Ilustração do topo de funil com muita gente entrando

Topo de funil

Topo de funil é o conteúdo feito para quem ainda não conhece você, e frequentemente ainda não sabe que tem o problema que você resolve. É a etapa mais ampla e a única que traz gente nova, o que a torna a fonte de crescimento da conta. Em troca, é a que menos vende diretamente, e tentar vender nela é o erro que mais destrói o alcance dessa etapa.

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Ilustração do meio de funil com avaliação de caminhos

Meio de funil

Meio de funil é o conteúdo para quem já reconhece o problema e está avaliando como resolvê-lo. É a etapa mais esquecida das três, porque não tem o alcance do topo nem a venda direta do fundo, e por isso parece não render. Na prática ela é a que decide: é onde a pessoa forma a opinião sobre qual caminho seguir, e portanto sobre com quem seguir.

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Ilustração do fundo de funil com poucas pessoas decidindo

Fundo de funil

Fundo de funil é o conteúdo para quem já decidiu resolver o problema e está escolhendo com quem. Ele trata de prova, preço, garantia e detalhe da oferta. É a etapa que menos alcança e a que mais converte, e entender essa troca é o que impede a conclusão errada de que ele não funciona só porque tem menos visualização.

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