Criadores e parcerias
O mercado em volta de quem produz: faixas de influência, formatos de parceria paga, conteúdo gerado por usuário e os direitos que precisam estar no contrato.
8 termos

Creator economy
Creator economy é o nome dado ao conjunto de pessoas que monetizam uma audiência própria e à infraestrutura que torna isso possível: plataformas, ferramentas, intermediários e marcas. A mudança que ela representa é de acesso, não de existência: sempre houve quem vivesse de audiência, mas a distribuição deixou de exigir uma empresa de mídia no meio.
Ler o verbete
Influenciador
Influenciador é quem consegue mover a decisão de outras pessoas dentro de um tema, seja ela de compra, de opinião ou de comportamento. O mercado organiza a categoria por faixas de seguidores, e essa divisão é útil para orçamento, mas ela descreve tamanho de audiência e não influência. Existe conta de milhão que não vende nada e conta de cinco mil que esgota estoque.
Ler o verbete
Micro-influenciador
Micro-influenciador é a faixa de audiência entre aproximadamente dez mil e cem mil seguidores. Ela virou o padrão de mercado por um motivo econômico e não estético: nessa faixa a conta já tem alcance relevante e ainda tem engajamento e credibilidade altos, o que produz o melhor custo por resultado da escala. Os limites variam entre agências, e a faixa é convenção, não regra.
Ler o verbete
Nano-influenciador
Nano-influenciador é quem tem até cerca de dez mil seguidores. É a menor faixa da escala e a que costuma ter a maior taxa de engajamento, porque a audiência é próxima de verdade: em boa parte dos casos, quem segue conhece a pessoa. Isso torna a recomendação mais parecida com conselho de amigo que com publicidade, e é exatamente esse o ativo que a faixa vende.
Ler o verbete
Publi
Publi é a abreviação de publicidade usada no mercado brasileiro de criadores para designar a publicação paga: o criador recebe para falar de um produto no perfil dele. Ela é diferente do post impulsionado, que é a marca colocando dinheiro para distribuir a própria publicação, e essa confusão aparece toda semana. Publi precisa ser declarada, e a etiqueta nativa é a forma de fazer isso.
Ler o verbete
Media kit
Media kit é o documento que apresenta um criador para marcas: quem ele é, quem é a audiência dele, o que ele entrega e quanto custa. Ele existe para responder de uma vez as perguntas que a marca faria por mensagem, e a versão que funciona não é uma coleção de capturas de tela com número de seguidores, é um documento comercial curto que facilita a decisão de quem vai contratar.
Ler o verbete
Permuta
Permuta é o acordo em que o criador recebe produto ou serviço em vez de dinheiro pela divulgação. É a porta de entrada mais comum do mercado de influência, e faz sentido em situações específicas: quando o produto tem valor real para você e o trabalho pedido é pequeno. Deixa de fazer sentido no momento em que a marca começa a pedir entregáveis de produção, porque aí ela está contratando trabalho.
Ler o verbete
UGC
UGC vem de user generated content, conteúdo gerado por usuário. No mercado atual, o termo designa uma atividade específica: produzir conteúdo com cara de pessoa real para a marca usar nos canais dela e em anúncio. A diferença crucial para publicidade de influenciador é o que está sendo vendido: no UGC a marca compra o conteúdo, não a distribuição, e por isso a atividade não exige audiência.
Ler o verbete